• 1.6.08 •
Entrevista sobre a Subcultura Gótica

Ainda que não seja para nenhum meio de comunicação, fui entrevistada por alunos da FACNOPAR para falar um pouco da subcultura gótica, o estilo e tudo o que norteia esse universo.

Fiquei muito feliz por ter sido chamada, pois é bom poder falar sobre esse assunto, esclarecer dúvidas, e eliminar qualquer tipo de fantasia que gira em torno do Gótico - criada por aquelas pessoas que não conhecem e que difamam por simples ignorância.

Ainda que o preconceito não deixe de existir - e nunca deixará - pelo menos vamos dissolver essa névoa que paira sobre nós, para deixar bem claro que não é porque temos personalidade e seguimos uma conduta diferente, que somos seres de outro mundo. Aliás somos nós, essas pessoas de personalidade que temos muito mais consciência do que qualquer "normal". Pelo menos somos autênticos e não usamos máscaras para nos esconder, pelo contrário, queremos mostrar a qualquer um O QUE somos com muito orgulho.

A entrevista foi realizada no cemitério de minha cidade, um lugar muito bonito, diga-se de passagem. O cemitério na verdade tornou-se um lugar comum na subcultura gótica pelo agregamento de particularidades típicas dos vampiros - túmulos, cruzes, o fato de não se tomar sol, etc. É uma herança que levamos conosco, ajudada pelo gosto por aspectos obscuros, que inspiram mistério e fantasia.

Se sou feliz sendo gótica: sim e muito; importo-me com a opinião alheia: nenhum pouco; a minha relação com a sociedade é somente uma: isolar-me dela, porque nada de bom ela tem trazido, com suas mesquinharias e a ignorância quanto às diferenças. Não me isolo porque sou melhor que os outros, o isolamento ocorre quando você percebe que não se encaixa e não quer se encaixar...

... quando a sociedade é tão podre que não se importa mais em relacionar-se.
• BRENNAH ENOLAH - 2:32 PM -
• 29.5.08 •
Inocência...

Se você for uma pessoa que acredita no que lhe dizem, você é chamado (pejorativamente) de inocente. Acreditar virou sinônimo de burrice.Inocência agora é quase uma ofensa.

Tudo o que ouvir, as promessas, as confidências, não creia porque, com certeza, a maioria serão falsas. O ser humano tornou-se desprezível, sua palavra já não vale nada, a sinceridade virou um acessório. É vantagem passar as pessoas para trás, iludí-las para conseguir o que se quer, sem nenhuma dor na consciência depois. Aliás, consciência?

Será que mesmo assim, com todas essas provas de mediocridade e falta de caráter teremos que nos tornar um produto dessas relações? Existem pessoas que ainda usam a sinceridade, que não vêem a trapaça como algo vantajoso, que ainda podemos denominar como seres humanos.

Portanto, acreditar não é sinônimo de burrice, mas não custa se precaver contra esses seres inferiores. A inocência não tornou-se ainda um termo pejorativo. Porém, para lidar com certos animais, que agem com instinto, devemos ser, como se diz, espertos. Resumindo, puxe o tapete primeiro, antes que você caia. É a lei do mundo cão, que é este que vivemos hoje, com pessoas mesquinhas e totalmente sem caráter.
• BRENNAH ENOLAH - 10:56 AM -
• 25.5.08 •
Fiquei muito feliz com esse presente que recebi de uma pessoa muito especial, e resolvi manter esse blog paralelo ao meu outro blog. Assim terei mais um meio onde poderei divulgar àquelas pessoas que se interessam por contos, em saber de opiniões variadas sobre assuntos variados, e assim alcançar meu objetivo: acresentar algo para a vida das pessoas.

O que vou acrescentar, sinceramente não sei. Tudo vai de acordo com que cada um pensa e de como encaram as coisas, no caso, meus humildes textos, contos, etc.

Agradeço desde já as visitas.
• BRENNAH ENOLAH - 10:34 PM -
• 17.5.08 •

P

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• BRENNAH ENOLAH - 4:46 PM -